8IDV                   
protecção, controlo e medida

descrição

comunicação

Os relés IDV podem dispôr de até três portas de comunicação na parte traseira (fibra óptica, RJ45 ou RS233/485), para acesso remoto, e uma dianteira para acesso local (RS232/USB). Na versão standard, o IRV admite três protocolos de comunicação standard: PROCOME, DNP3.0 e MODBUS.

O protocolo PROCOME cumpre com a série de normas CEI-870-5 e é utilizado para a gestão de informação tanto de protecção como de controlo. Por outro lado, os protocolos DNP3.0 e MODBUS são utilizados unicamente para a comunicação de dados de controlo.

É importante destacar que se pode manter comunicação com as três portas simultaneamente, sendo a velocidade de cada uma delas seleccionável até 38400 baud.

Existem modelos que incorporam duas portas ETHERNET (uma RJ45 e uma em fibra óptica) como suportes físicos do protocolo CEI 61850 / UCA 2.0. Este protocolo permite o intercâmbio tanto entre o equipamento e as hierarquias superiores como entre equipamentos. Além disso, baseia-se em padrões abertos universais (ETHERNET) e suporta auto-descrição.
Os terminais de protecção e controlo IDV são equipamentos baseados na mais avançada tecnologia digital e foram desenvolvidos para proporcionar o máximo de flexibilidade e versatilidade, disponibilizando todas as funções necessárias para a protecção, controlo e medida de máquinas eléctricas, tais como transformadores, motores ou geradores.

Os terminais IDV incorporam uma unidade programável que permite ao utilizador a definição da lógica de operação, tanto das funções de protecção como das de controlo, para total integração nos sistemas onde se integram.
Esta família de equipamentos possui um conjunto de ferramentas de comunicação e de programação fáceis de utilizar, que proporcionam um ambiente amigável  para a definição de aplicações.

Os equipamentos IDV foram projectados para funcionar como parte de um sistema integrado de protecção e controlo. No entanto as suas funcionalidades apresentam grandes vantagens quando são utilizados como componentes de sistemas convencionais de protecção. 
protecção

Os terminais IDV incluem um conjunto de funções de protecção que abrangem as máximas necessidades para a aplicação em máquinas eléctricas, com destaque para a protecção diferencial de máquinas com um máximo de 3 enrolamentos.
Cada função pode ser colocada em serviço ou fora de serviço por meio de ajustes ou comandos recebidos através das portas de comunicação, interfaces de operação ou entradas digitais, sendo possível a configuração de 4 tabelas de ajuste seleccionáveis.
Consulte o índice de funções ANSI.
controlo

Os terminais IDV foram dotados com a capacidade para suportar todas as funções de controlo habitualmente requeridas em máquinas eléctricas, com todas as características associadas a uma URT inteligente:
O Captura de entradas digitais (máximo de 37) e estados internos
O Captura e cálculo de medidas, com interface para ligação a um transdutor de medida
O
Comando local e comando remoto, com actuação sobre os orgãos do campo por meio de saídas digitais (máximo de 44, mais dois relés de disparo)
O
Implementação de lógicas de entradas/saídas, encravamentos, hierarquias de comandos e automatismos programáveis
O
Comunicações para ligação a uma Unidade Central de Subestação ou directamente a um Centro de Despacho
funções

O
Protecção de sobre-excitação
O
Detecção de falha de disjuntor
O Sincronização horária
O
Protecção de intensidade com restrição por harmónicas
O Unidade 'Cold load pick-up'
O
Automatismo de deslastre de cargas
O
Registo de eventos e medidas
O
Unidades diferenciais com e sem restrição
O
Proteção contra falhas restritas à terra
O
Protecção térmica de máquinas
O
Registo de eventos e medidas
O
Protecção de maximo de intensidade nos três enrolamentos
O
Protecção de máximo/mínimo de tensão e frequência
O Relatórios de disparos
O Registo oscilográficos
O Históricos de medidas
O Simulador integrado
O Sincronização horária
O Lógica programável

interface homem-máquina
A interface de operação permite um elevado grau de configuração pelo operador, que consiste num display alfanumérico (4 linhas com 20 caracteres por linha) que, junto com um conjunto de 8 teclas permite a interacção com os equipamentos comandados.