DLX                
Terminal de Protecção Diferencial de Linha
descrição


Grande estabilidade contra a saturação dos TIs.

Localizador de defeitos mais preciso, graças à utilização da informação de ambos os extremos.

Alta sensibilidade a defeitos muito resistivos, graças  às unidades diferenciais.

Os terminais de protecção diferencial de linha DLX fazem parte de uma família de produtos concebidos para la automatização de subestações, proporcionando uma solução integrada de protecção, controlo e medida em linhas aéreas e cabos, em redes de distribuição e transporte.

Os
DLX são equipamentos baseados na mais avançada tecnologia digital e foram desenvolvidos para proporcionar o máximo de flexibilidade e versatilidade, disponibilizando todas as funções necessárias para a protecção, controlo e medida de uma posição de linha, tendo sido especialmente concebidos de modo a permitir a sua montagem em compartimentos de dimensões reduzidas.

Os terminais
DLX incorporam uma unidade programável que permite ao utilizador a definição da lógica de operação, tanto das funções de protecção como das de controlo, para total integração nos sistemas de comando e controlo.
protecção
Os terminais DLX foram concebidos para assegurar a protecção selectiva, rápida e fiável de linhas aéreas e cabos.

Os
DLX dispõem de interfaces de fibra óptica monomodo (com dois canais redundantes) para estabelecer a comunicação com o outro extremo, de modo a poder realizar la função diferencial.

A comunicação entre equipamentos, requerida pelas unidades diferenciais e de comparação direccional, permite ainda o intercâmbio de sinais digitais programáveis, possibilitando a criação de esquemas de protecção.

Cada função pode ser colocada em serviço ou fora de serviço por meio de ajustes ou comandos recebidos através das portas de comunicação, interfaces de operação ou entradas digitais, sendo possível a configuração de 4 tabelas de ajuste seleccionáveis.
Consulte o índice de funções ANSI.

controlo

Os terminais DLX foram dotados com a capacidade para suportar todas as funções de controlo habitualmente requeridas em painéis de linha ou máquinas, com todas as características associadas a uma URT inteligente:
O Captura de entradas digitais e estados internos
O Captura e cálculo de medidas, com interface para ligação a um transdutor de medida
O
Comando local e comando remoto, com actuação sobre os orgãos do campo por meio de saídas digitais (máximo de 7, mais dois relés de abertura/fecho)
O
Implementação de lógicas de entradas/saídas, encravamentos, hierarquias de comandos e automatismos programáveis
O Medição de energia
O
Comunicações para ligação a uma Unidade Central de Subestação ou directamente a um Centro de Despacho

interface homem-máquina
comunicação

Os relés DLX podem dispôr de até três portas de comunicação na parte traseira (fibra óptica, RJ45 ou RS233/485), para acesso remoto, e uma dianteira para acesso local (RS232/USB). Na versão standard, o DLX admite três protocolos de comunicação standard: PROCOME, DNP3.0 e MODBUS.

O protocolo PROCOME cumpre com a série de normas CEI-870-5 e é utilizado para a gestão de informação tanto de protecção como de controlo. Por outro lado, os protocolos DNP3.0 e MODBUS são utilizados unicamente para a comunicação de dados de controlo.

É importante destacar que se pode manter comunicação com as três portas simultaneamente, sendo a velocidade de cada uma delas seleccionável até 38400 baud.
funções

O Unidade 'Cold load pick-up'
O Localizador de defeitos
O Supervisão da tensão de alimentação
O Registo de eventos e medidas
O Relatórios de disparos
O Registo oscilográficos
O Históricos de medidas
O Simulador integrado
O Sincronização horária
O Lógica programável
O  
A interface de operação permite um elevado grau de configuração pelo operador.

O
DLX inclui um display alfanumérico a cores com uma resolução de 320 x 240 pixéis, através do qual se podem visualizar os alarmes, ajustes, medidas, estados, etc.

Existem modelos que incorporam duas portas ETHERNET (uma RJ45 e uma em fibra óptica) como suportes físicos do protocolo CEI 61850 / UCA 2.0. Este protocolo permite o intercâmbio tanto entre o equipamento e as hierarquias superiores como entre equipamentos. Além disso, baseia-se em padrões abertos universais (ETHERNET) e suporta auto-descrição.