DCV                   
protecção, controlo e medida

descrição
Os terminais de protecção e controlo DCV são equipamentos baseados na mais avançada tecnologia digital e foram desenvolvidos para proporcionar o máximo de flexibilidade e versatilidade, disponibilizando todas as funções necessárias para a protecção, controlo e medida de baterias de condensadores, incluíndo a função de diferencial de barras num sistema distribuído.

Os terminais DCV incorporam uma unidade programável que permite ao utilizador a definição da lógica de operação, tanto das funções de protecção como das de controlo, para total integração nos sistemas onde se integram.

protecção
Os terminais DRV incluem um conjunto de funções de protecção que abrangem as máximas necessidades para a aplicação em baterias de condensadores integradas em sistemas de protecção diferencial de barras.
Cada função pode ser colocada em serviço ou fora de serviço por meio de ajustes ou comandos recebidos através das portas de comunicação, interfaces de operação ou entradas digitais, sendo possível a configuração de 4 tabelas de ajuste seleccionáveis.
Consulte o índice de funções ANSI.
Esta família de equipamentos possui um conjunto de ferramentas de comunicação e de programação fáceis de utilizar, que proporcionam um ambiente amigável  para a definição de aplicações.

Os equipamentos DCV foram projectados para funcionar como parte de um sistema integrado de protecção e controlo. No entanto as suas funcionalidades apresentam grandes vantagens quando são utilizados como componentes de sistemas convencionais de protecção. 

controlo
Os terminais DCV foram dotados com a capacidade para suportar todas as funções de controlo habitualmente requeridas em painéis de linha ou máquinas, com todas as características associadas a uma URT inteligente:
O Captura de entradas digitais (máximo de 82) e estados internos
O Captura e cálculo de medidas, com interface para ligação a um transdutor de medida
O
Comando local e comando remoto, com actuação sobre os orgãos do campo por meio de saídas digitais (máximo de 30, mais dois relés de abertura/fecho)
O
Implementação de lógicas de entradas/saídas, encravamentos, hierarquias de comandos e automatismos programáveis
O Medição de energia
O
Comunicações para ligação a uma Unidade Central de Subestação ou directamente a um Centro de Despacho
funções



interface homem-máquina
A interface de operação permite um elevado grau de configuração pelo operador.
É no interface que de faz a distinção entre os modelos 8DCV e 7DCV:
   -
8DCV: Inclui um display alfanumérico (4 linhas com 20 caracteres por linha) que, junto com um conjunto de 8 teclas permite a interacção com os equipamentos comandados.
   -
7DCV: Além do display alfanumérico, de um display gráfico (240x128 pixeis) para interacção com os equipamentos comandados, totalmente configurável. Para operar sobre os elementos do sistema configurados na interface (disjuntor, seccionadores, local/remoto, automatismos, etc) o equipamento dispõe de teclas na sua parte frontal., que permitem a seleccão e a execução dos comandos.
comunicação

Os relés DCV podem dispôr de até três portas de comunicação na parte traseira (fibra óptica, RJ45 ou RS233/485), para acesso remoto, e uma dianteira para acesso local (RS232/USB). Na versão standard, o IRV admite três protocolos de comunicação standard: PROCOME, DNP3.0 e MODBUS.

O protocolo PROCOME cumpre com a série de normas CEI-870-5 e é utilizado para a gestão de informação tanto de protecção como de controlo. Por outro lado, os protocolos DNP3.0 e MODBUS são utilizados unicamente para a comunicação de dados de controlo.

É importante destacar que se pode manter comunicação com as três portas simultaneamente, sendo a velocidade de cada uma delas seleccionável até 38400 baud.
O Unidade 'Cold load pick-up'
O Localizador de faltas
O Automatismo de deslastre de cargas
O Registo de eventos e medidas
O Relatórios de disparos
O Registo oscilográficos
O Históricos de medidas
O Simulador integrado
O Sincronização horária
O Lógica programável

Existem modelos que incorporam duas portas ETHERNET (uma RJ45 e uma em fibra óptica) como suportes físicos do protocolo CEI 61850 / UCA 2.0. Este protocolo permite o intercâmbio tanto entre o equipamento e as hierarquias superiores como entre equipamentos. Além disso, baseia-se em padrões abertos universais (ETHERNET) e suporta auto-descrição.